Espectro
Ó espectro viajante
Pare no vale da tormenta
Onde a luz do Sol
Nunca brilhará
Nunca brilhará
Veja a dor e sofrimento
Muitos temem o fogo
Mas o deixar de existir
É pior que as chamas eternas
Ó espectro viajante
Olhe a sua esquerda
Todos estes ossos
Se desfazendo
Veja essa prisão
De almas sem consciência
Agonizam sem saber
Os motivos de suas prisões
Ó espectro viajante
Ilumine estas sombras
Sem corpos
Sem folego
Veja o desejo da morte
Dessas criaturas
Que definham
Sem memórias
Ó espectro viajante
Leve esta visão
Além das dimensões
Que não conhecemos
Lembre-se deste desespero
Das vitimas
Deste enxofre
Que foi esquecido

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